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quarta-feira, maio 04, 2011

INQUISIÇÃO, HEREGES E FOGUEIRAS



 Gen Div R1 Clovis Purper Bandeira

1º Vice-Presidente do Clube Militar



O termo Inquisição refere-se a várias instituições dedicadas à
supressão da heresia no seio da Igreja Católica.

A Inquisição foi criada inicialmente para combater o sincretismo entre
alguns grupos religiosos, que praticavam a adoração de plantas e
animais.

 A Inquisição medieval, da qual derivam todas as demais, foi fundada
em 1184 no Languedoc (sul da França) para combater a heresia dos
cátaros ou albigenses.

Em 1249, implantou-se também no reino de Aragão, como a primeira
Inquisição estatal e, já na Idade Moderna, com a união de Aragão e
Castela, transformou-se na Inquisição Espanhola (1478 - 1821) – na
qual celebrizou-se a figura do dominicano Torquemada, de triste
lembrança – sob controle direto da monarquia hispânica, estendendo
posteriormente sua atuação à América.

A Inquisição Portuguesa foi criada em 1536 e existiu até 1821.

A Inquisição Romana ou "Congregação da Sacra, Romana e Universal
Inquisição do Santo Ofício" existiu entre 1542 e 1965.

O condenado era muitas vezes responsabilizado por uma "crise da fé",
pestes, terremotos, doenças e miséria social, sendo entregue às
autoridades do Estado, para que fosse punido.

 As penas variavam desde confisco de bens e perda de liberdade, até a
pena de morte.

O delator que apontava o "herege" para a comunidade garantia, por seu
ato,  sua fé e status perante a sociedade.

Ao contrário do que é comum pensar, o tribunal do Santo Ofício era uma
entidade jurídica e não tinha forma de executar as penas.

O resultado da inquisição feita a um réu era entregue ao poder secular.

A utilização de fogueiras como maneira de o braço secular aplicar a
pena de morte aos condenados que lhes eram entregues pela Inquisição é
o método mais famoso de aplicação da pena capital, embora existissem
outros.

Séculos depois de terem sido encerrados os tribunais eclesiásticos do
Santo Ofício e de terem cessado os autos de fé, o Brasil, mestre em
recriar a história, estabelece seu Tribunal Inquisitório, sob o nome
de Comissão Nacional da Verdade.

Nela, os torquemadas tupiniquins julgarão os novos hereges, na maioria
militares, que ousaram enfrentá-los e derrotá-los há algumas décadas.

Os delatores desses hereges, muitos já recebendo generosas pensões e
indenizações por terem sido vítimas da “repressão” que impediu que
transformassem, como era seu intento, o país em uma grande Cuba,
garantem o reconhecimento governamental e sua pureza ideológica
através da delação.

 Já tendo recebido as gordas indenizações – isentas de imposto de
renda – de que usufruem, receberão agora a doce vingança final de
verem seus antigos adversários arrastados às barras deste tribunal de
araque, composto majoritariamente por antigos esquerdistas e seus
asseclas, que julgarão os agentes da lei e da ordem que, no
cumprimento de seus deveres profissionais, ousaram combatê-los.

  Assim, velhos criminosos, já premiados, vão completar a vendeta com
a execração pública de seus pretensos algozes.



Conforme já decidiu o STF, não há crime a punir, visto que a Lei da
Anistia eximiu todos os envolvidos, da esquerda e da direita.

 No entanto, na visão caolha que perdoa guerrilheiros e terroristas e
condena, apesar da Lei, os que contra eles lutaram, o linchamento
público deve ocorrer, sob a desculpa de que os agentes do Estado têm
responsabilidade, mas os bandidos e criminosos são vítimas inocentes,
inimputáveis – e insaciáveis, como se vê.  São os únicos titulares dos
“direitos humanos”.

Os defensores dessa absurda e tendenciosa Comissão alegam que apenas
desejam descobrir o destino dos corpos de seus entes queridos, que
desapareceram na luta contra a “ditadura”, embora quisessem implantar
outra ditadura em seu lugar – só que, como eram e são donos da
verdade, só eles podem julgar o que convinha e convém ao país.

É evidente que, para localizar cadáveres, a eficiência desses
julgamentos é nula.

 Mas isso é apenas desculpa, uma justificativa de apelo popular para
encobrir as verdadeiras intenções vindicativas dos vencidos.

 Inverte-se o ditado romano: “Ai dos vencedores”.



Não tenho dúvidas de que nosso excelso Congresso aprovará a criação da
Comissão desejada pelo Executivo, em troca da nomeação de mais alguns
nepotes para cargos públicos a serem criados para abrigá-los.

As fogueiras estão sendo armadas.  Já se antecipa o cheiro de carne queimada.



    TAVARES-FALATUDO ;     Sempre pergunto aos companheiros comunistas ( hoje canalhas que dizem ser DEMOCRATAS há,há,há,há, ,,) que me apontem um, mais somente um  MILICO que tenha ficado RICO AS CUSTAS DA NAÇÃO BRASILEIRA .  Por favor podem me apontar?


  SE LIGA BRASIL 
     
               POLÍTICO BOM É POLÍTICO PRESO