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sexta-feira, dezembro 31, 2010

Ministros da Dilma- Helena Chagas


Helena Chagas; Secretaria de Comunicação Social

Jornalista , coordenou a comunicação da campanha

03/12/2010 às 15:53Helena Chagas, substituta de Franklin, fez de um caseiro uma limonadaA jornalista Helena Chagas foi convidada para ocupar o lugar de Franklin Martins como titular da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Surpresa zero, embora a indicação mereça ser circunstanciada, não é mesmo? Antes, uma observação: não terá os mesmos poderes. A tal “regulação da mídia”, por exemplo, deixa a pasta para migrar para o Ministério das Comunicações, onde Paulo Bernardo tentará dar uma aparência suave à coisa, sem os ódios de Franklin, especialmente à Globo. Adiante.Helena se aproximou bastante de Dilma, mas, antes de tudo, é chapa de Palocci. A Polícia Federal tem, vamos lembrar, a genealogia do caso Francenildo, o caseiro. Começou no quintal da jornalista e terminou fraudando a Constituição. Então diretora da sucursal do jornal O Globo, em Brasília, ela ficou sabendo, por intermédio de seu jardineiro, que o caseiro havia recebido um depósito relativamente alto em sua conta na CEF.Fiel aos deveres do jornalismo, ela mobilizou a equipe para tentar descobrir se o rapaz que botava Palocci contra a parede estava sendo financiado por alguém? Não!!! O lado patriótico falou mais alto. Ela contou tudo para o ministro. Ele chamou Jorge Mattoso, então presidente da CEF, e conversou a respeito. E o que fez o subordinado? Conseguiu um extrato da conta de Francenildo, quebrando ilegalmente seu sigilo, e lá estava o depósito. O rapaz virou capa de revista! Filho bastardo, o dinheiro era uma doação feita por seu pai biológico e nada tinha a ver com política.Helena foi demitida do jornal e iniciava a jornada rumo ao topo, não exatamente da profissão, mas do poder. Foi contratada como diretora de jornalismo da EBC, subordinada a Franklin Martins. Deixou o cargo para ser assessora de imprensa da candidata Dilma Rousseff, migrando para a assessoria da equipe de transição. Agora, chega a um cargo com status ministerial.Na era da redenção dos oprimidos, o único que se ferrou nessa história toda, tendo a sua vida devassada, foi o caseiro. É que ele não soube cumprir o seu papel na narrativa. Lugar de oprimido é de joelhos, grato a Lula por sua generosidade.Por Reinaldo Azevedo
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Ideli Salvatti; Ministra da Pesca 
Amiga de Dilma não sei de nada ,a senadora foi lider do governo Lula cara de pau no congresso
A revista Veja, edição de 11/08/2010, apresenta o ex-diretor da Previ,Gerardo Santiago, que conta que produziu dossiês contra oposicionistas - para desmoralizar os adversários - a mando do presidente do fundo de pensão do Banco do Brasil, Sérgio Rosa, controlado pelo PT, que presidiu a Previ até maio deste ano. É uma pena que o Banco do Brasil e seu fundo de pensão estejam contaminados pela ingerência de fajutos políticos petistas em suas direções.

Vejam trechos da entrevista de Veja com Gerardo Santiago: -"O senhor foi escalado para produzir dossiês contra adversários do governo Lula? Em dezembro de 2005, quando a CPI dos Correios estava encurralando o PT, o Sérgio Rosa me chamou à sala dele e disse que eu reunisse informações sobre investimentos problemáticos na Previ que estivessem ligados a políticos da oposição (...). - Como foi esse trabalho? Eu sabia que o Conselho Fiscal da Previ havia separado uma série de investimentos de riscos, que exigiam atenção especial. Quando Sérgio Rosa me deu a orientação, resolvi pesquisar nesse arquivo, que era uma bela matéria-prima (...). Aí consegui juntar denúncias contra o governador ACM, contra o governador José Serra e contra o então presidente do PFL, o senador Jorge Bornhausen. Depois de trinta dias de trabalho, fiz o texto, juntei documentos, encadernei e entreguei ao Sérgio Rosa, que o guardou para usar na hora certa. - Qual foi o uso que o Sérgio Rosa fez desse material? Em uma sessão da CPI no fim de fevereiro de 2006, o deputado ACM Neto (DEM-BA) estava atacando o governo e perturbando a senadora Ideli Salvatti (então líder do PT no Senado). Então, ela perguntou a um grupo que a assessorava: "Ninguém aí tem nada que possa calar a boca desse moleque?". Aí eu falei: "Senadora, contra o rapaz, não. Mas eu tenho uma munição pesada contra o avô, não serve?"Ela começou a pular, a comemorar. Ligou para o Sérgio Rosa, e a coisa andou. O Sérgio enviou o dossiê para o gabinete dela. Duas semanas depois, estava tudo na capa da revista Carta Capital (a reportagem foi publicada na edição de 8 de março de 2006)."

Essa é a senadora Ideli Salvatti, maquiavélica, tirando proveito de dossiês chantagiosos para defender o seu PT e chamuscar adversários. É com esse espírito bélico e revanchista, de métodos sorrateiros e de seriedade duvidosa, que a candidata Ideli Salvatti pretende governar Santa Catarina? O eleitor catarinense precisa conhecer melhor a sua personalidade.

* Julio César Cardoso - Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
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SE LIGA BRASIL POLÍTICO BOM É POLÍTICO PRESO